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Dez celulares que fizeram sucesso antes do iPhone

Não importa quanto você desgoste da Apple, ou seja Androidaníaco (como eu), ninguém pode deixar de reconhecer que o iPhone foi um marco na indústria de telefonia celular, que foi por ele redefinida à sua imagem e semelhança, só perdendo para a própria criação da telefonia celular.

Mais que moldar a indústria, o iPhone e seus métodos de uso, tiveram uma influência brutal em nossa sociedade atual. Mas isto é conversa para oura hora.

O fato é que antes do iPhone, existiram aparelhos que foram dignos de nota, mas apesar de estarem apenas há dez, doze anos no passado, até parecem ter cinquenta anos de idade…

Fique com a lista de dez aparelhos que fizeram sucesso antes do iPhone!

Nokia N90 – 2005

O Nokia N90 foi um dos primeiros da série N, que teve seu ápice no 95, a se transformar em objeto de desejo, seu grande atrativo era seu conjunto óptico com uma câmera de 2mp, capaz de filmar em resoluções de 320×254 pixels (para comparar, o Formato HD é de 1280×720 pixels).

Era um tijolinho, todo dobrado, ele tinha 24mm de espessura. A tela e a câmera tinham movimento de rotação, para dar mais suporte para filmagens. Ele era considerado um Smartphone e rodava o Symbian 8.1.
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Sony Ericsson K750 – 2005

O K750 foi o ápice dos aparelhos Sony na primeira geração e celulares com boas câmeras, ele trazia inclusive elementos que se viam em algumas Cybershots, como a tampa deslizante da lente. E o telefone fazia mesmo boas fotos, tanto é que em eventos promocionais, fotógrafos profissionais eram convidados a utilizar o aparelho para fazer fotos, que depois seriam publicadas em revistas.
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Nokia 6300 – 2007

Em seu tempo, o acabamento deste smartphone Symbian era um primor. Todo em aço inox, tinha apensa 11,7mm de espessura, o que o tornava extremamente portátil, para um smartphone.
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Nokia 8910i – 2003

O 8910i trazia um mecanismo de flip bem parecido com o 7710, que ficou famoso ao ser utilizado pela personagem Neo (Keanu Reeves), no filme Matrix, mas era bem mais compacto e tinha um visor colorido. Hoje pode parecer um trambolho, mas no passado, teve seu charme!
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Motorola RAZR V3 – 2004

Este foi o primeiro renascimento da Motorola, que havia perdido o passo e a liderança do mercado, quando chegou a onda da miniaturização. Sim, até a chegada do iPhone, quanto menor o telefone, mais sucesso fazia.

O V3 conseguia ser EXTREMAMENTE compacto, e ao mesmo tempo ter teclas de bom tamanho, seu sucesso pode ser medido pelo fato de que, com 110 milhões de unidades comercializadas, ele ser o quarto telefone mais vendido da história.
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Motorola E398 – 2004

O mercado que vemos hoje, com telefones sendo amplamente utilizados como aparelhos de áudio começou muito timidamente na primeira metade dos anos 2000, o E398 da Motorola tinha foco neste mercado. Ele tinha autofalantes estéreos, era barato, mas tinha um problema seríssimo, caso você ouvisse música, a bateria ia embora ligeirinho…
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Siemens SX1 – 2003

Este foi o primeiro smartphone da Siemens, e seu design, digamos, exótico, também fez dele um objeto de desejo. Lembre-se em 2003 o cenário era BEM diferente do que temos hoje.
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Samsung D500 – 2005

O D500 da Samsung foi um dos primeiros aparelhos da coreana a fazer sucesso de verdade. Entre os acessórios do aparelho, um dos que fazia mais sucesso era o Soundmate, um mini-vivavoz que podia ser utilizado tanto para falar, quanto como caixa externa de som (ele reproduzia MP3).
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Ericsson P910 – 2004

Era um monstro de grande, mas não se assuste, bem antes da chegada dos smartphones existia algo chamado PDA (do inglês, Assistente Pessoal Digital), que era basicamente um computador de mão extremamente limitado, e eles eram grandes. O P910, tinha quase o mesmo tamanho, mas com a vantagem de ser um smartphone, e ter um teclado físico.

Era sonho de consumo de muita gente, inclusive deste que vos escreve.
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Nokia 1100 e 1110

Cada um deles vendeu absurdas 250 milhões de unidades, e são disparados os telefones mais vendidos da história. Lançados respectivamente em 2003 e 2005, eles eram muito semelhantes fisicamente, e, visando principalmente o mercado dos países em desenvolvimento, era muito baratos.

E quase indestrutíveis!
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Por Gilberto Soares Filho,
consultor de TI, programador,
e usuário de celulares,
há muito, muito tempo.

Dicas para fotografar com o smartphone

Um trilhão é um número tão grande que fica esquisito representá-lo em algarismos: 1.000.000.000.000.

Foi esta a quantidade de fotos feitas apenas em 2015.

Para ter ideia do absurdo que este número representa, a estimativa é que em toda história da fotografia, a humanidade tenha feito 6,3 trilhões de fotos, ou seja, apenas este ano, fizemos quase 1/6 de todas as fotos feitas desde 1826, ano em que foi Joseph Necéphore Niépce fez a primeira fotografia.

'Vista da Janela em Le Gras', a primeira fotografia feita na história, em 1826

‘Vista da Janela em Le Gras’, a primeira fotografia feita na história, em 1826

Este crescimento vertiginoso começou com as primeiras máquinas fotográficas portáteis, no final dos anos 90, mas foi consagrado mesmo pela integração da tecnologia aos telefones celulares. Aliás, foram eles os responsáveis por 78% das fotos feitas este ano!

Pensando nisso, ficam aqui algumas dicas para fazer fotos melhores com smartphones.

1. Luz é essencial, mas nunca em direção ao smartphone.

Com a luz ao fundo, tudo que estiver próximo ao smartphone ficará escuro

Como falamos aqui, fotografia nada mais é que a captura de luz, e, quanto melhor iluminado estiver o ‘alvo’ de sua foto, melhor. Como o diâmetro das lentes de smartphones são necessariamente reduzidos, a quantidade de luz que entra por eles, é limitada. Então quanto mais luz, melhor. Só é preciso atentar-se ao fato de que a luz tem que estar em frente ao que você quer fotografar, não atrás (a não ser que você queria fotografar sombras). O flash embutido, deve ser usado apenas quando não houver opção.

2. Para fotografar de perto.

Se o diâmetro da lente do smartphone é desfavorável sem situações de pouca luz, a baixa distância entre a lente e o sensor torna o aparelho ótimo para capturar a profundidade de objetos ao se fazer fotografias de perto, o chamado de ‘macro’ (aliás, quem tem problemas de visão, pode baixar aplicativos de lente de aumento, que podem vir a ser de extrema utilidade).

3. Recorte a foto, não utilize zoom.

Recortando a foto (crop), você passa a ter mais opções de enquadramento, e melhor qualidade.

Recortando a foto (crop), você passa a ter mais opções de enquadramento, e melhor qualidade.

O zoom digital, na realidade não é um zoom, mas uma ampliação da imagem capturada. Por mais que o sistema se esforce para corrigir os ruídos que surgirão na foto, é uma má ideia utilizá-lo. O ideal é você fazer uma foto na resolução máxima, e depois ‘recortar’ a foto 😉 Se mesmo depois do corte a imagem ficar pequena, você pode ampliá-la digitalmente no computador.

4. Analise as fotos que você fez!

Na galeria de fotos, você encontrará a opção de ver detalhe das fotos no menu

Na galeria de fotos, você encontrará a opção de ver detalhe das fotos no menu

Veja as fotos que você fez utilizando os recursos automáticos do seu aparelho, escolha fotos feitas em situações semelhantes, e veja quais ficaram melhores. Em seguida, analise os detalhes da foto, em busca principalmente do ISO. Nem sempre as configurações automáticas são as melhores, depois que você aprender a mexer com estas configurações finas, através de muita tentativa e erro, suas fotos ficarão MUITO melhores.

5. Regra dos terços.

Esta não serve apenas para smarphones, para qualquer tipo de fotografia. Muitos smartphones permitem que você sobreponha na tela, um conjunto de quatro linhas – duas horizontais e duas verticais –, que dividem a tela em nove partes. Este guia, é apenas um dos vários, que dão dicas de como usar a regra dos terços, e tornar suas fotos mais interessantes com ela!

De amortecedores a aparelho lavável, o que vem por aí nos smartphones

Final de ano cheio de novidades no mundo dos telefones celulares, algumas bem inusitadas, como o Kyocera Digno. É bem possível que você já tenha ouvido falar que existe uma quantidade considerável de germes em todo telefone celular, apesar da maioria das pessoas simplesmente ignorar e esquecerem este fato, quem em germofobia não consegue deixar isso para lá tão facilmente. Foi pensando neles que a empresa, que já vem lançando toughphones – telefones feitos para uso em ambiente hostil –, há algum tempo, criou um telefone com uma camada protetora que permite que ele seja lavado com água e sabão!

Aliás, os toughphones são excelentes para quem é um tanto quanto desastrado. Veja o exemplo do Turing, um telefone tão resistente que além de ser mergulhado em água, e funcionar com perfeição, resiste até mesmo ao choque contra paredes. Ok, ele sai arranhado, mas nem trinca a tela!

Mas o Turing vai além da resistência física, ele também tem várias modificações que visam aumentar a segurança. Por exemplo, eles não tem porta física de comunicação, o carregador tem um conector proprietário, que faz apenas isso, carregar. Nem mesmo o slot de 3,5mm para fone de ouvido ele tem. O motivo é simples, portas que permitam transferência de dados facilitam a invasão ‘física’ do telefone. Ahhh, ele usa autenticação de fator duplo, você precisa usar sua digital – o leitor fica na lateral do telefone –, e uma senha para conseguir logar. Ele funciona com Android, e deverá ser vendido a partir do final do primeiro trimestre de 2016.

Carregador (proprietário), e leitor de impressão digital, que fica na parte interior do telefone

Carregador (proprietário), e leitor de impressão digital, que fica na parte interior do Turing

Por falar em Android, Andy Rubin, um dos ‘pais’ do sistema operacional, deverá em breve lançar sua própria marca de smartphones. Bem, ideias não lhe faltam, em entrevista recente ele disse: “Tecnologia móveis não irão embora… Existe um momento no tempo – não serão nos próximos 10 ou 20 anos – em que algum tipo de Inteligência Artificial, na falta de um termo melhor, será a próxima plataforma computacional”. A conferir.

Claro, a Apple não pode ficar de fora quando o assunto são smartphones, afinal, a César, o que é de César, o iPhone redefiniu o mercado quando foi lançado. Bem, a turma de Cupertino apareceu com uma ideia meio estrambólica para resolver o problema de resistência de aparelhos. Não, neste caso, não é o emprego de materiais mais resistentes, a ideia seria a de instalar ‘amortecedores’ que seriam acionados quando fosse detectada pelo aparelho, a aceleração de uma queda. Veja a ilustração da patente abaixo!

Na patente, é dito que o sensor de aceleração do aparelho avaliaria o tempo e velocidade da queda, acionando os amortecedores, caso o limite (tempo ou velocidade) sejam excedidos. Imagem: Cult of Mac

Na patente, é dito que o sensor de aceleração do aparelho avaliaria o tempo e velocidade da queda, acionando os amortecedores, caso o limite (tempo ou velocidade) sejam excedidos. Imagem: Cult of Mac

Na Ibyte, no final de janeiro deverá chegar o novo LeNovo Vibe. Para quem não sabe, a LeNovo é a atual dona da Motorola, e responsável pelas excelentes linhas Moto E, G e X.

De 2000 para cá…

Acho que nada representa melhor a velocidade impressionante com que ocorrem os avanços tecnológicos, quanto a ‘Lei de Moore’*, originalmente cunhada em 1965, e reavaliada em 1975 quando previu que a quantidade de componentes em um circuito integrado dobraria a cada dois anos. Posteriormente um executivo da Intel popularizou como o dobro da capacidade de processamento, a cada 18 meses, já que, uma vez que além de termos mais transistores por chip, eles também são mais rápidos.

Daí vê-se o quanto mudou desde que a iByte foi fundada há quinze anos. Aqui nesta postagem, listamos alguns aparelhos que estavam na ponta de frente da tecnologia no ano 2000.

Creative Nomad Jukebox

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Para quem estava na linha de frente da tecnologia, tinha bolsos profundos, e gostava de música, o Nomad Jukebox, lançado mais de um ano antes do iPod, era fantástico! Com 6Gb de memória, ele conseguia armazenar o equivalente a 100CDs em MP3 de média qualidade (128 kbps), o ‘precinho’ da criança: US$500 (no exterior).

Com este valor, hoje, convertido em reais, você compraria um smartphone de primeira linha, e ainda sobrava uma graninha para comprar uma caixa de som bluetooth.

Câmera Digitais

Sony Mavica MVC-FD87

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Memória para máquinas digitais era algo absurdamente caro no começo dos anos 2000, se hoje falamos de celulares com gigabytes de memória, àquele tempo um cartão “com muita memória” tinha 16Mb. Sério. Por isso muita gente sonhava com as câmeras da linha Mavica da Sony, que usavam disquetes de 3,5”. A da foto acima, lançada em 2000, custava US$375 (no exterior), e tinha apenas 1,3mp de resolução.

Para colocar em perspectiva, hoje você pode comprar uma câmera de 13mp à prova d’água por uma fração deste preço, ou uma por um preço muito próximo, comprar uma das melhores máquinas amadoras do mercado.

Nikon Coolpix 990

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Esta foi uma das câmeras mais esperadas em seu tempo. Por que? Porque ela tinha impressionantes 3mp de resolução! Era MUITA coisa, sério. O preço? US$1000 (no exterior), hoje com este mesmo valor, você pode comprar uma câmera profissional (DSLR).

Laptop Gateway 12.1”

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Com um processador ‘potente’ de 550mhz (núcleo único, claro), este notebook era um sonho de consumo, e você ainda ganhava grátis um ano de internet (só a assinatura, tinha que pagar os pulsos telefônicos). O preço? “Só” US$1300 por este mesmo valor, hoje, você compra um notebook de alto desempenho, e ainda sobra dinheiro para um bom par de fones de ouvido.

Pager com duas vias

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Você certamente sabe que muito antes do Whatsapp haviam os SMSs, mas sabia que muito antes dos SMSs havia um tipo de aparelho para comunicação exclusiva em texto? Pois é, eram os Pagers. No começo, nem texto eles tinham, você ligava para uma central, dava o número do Pager da pessoa com quem queria falar, e de lá eles enviavam seu número de telefone para aquela pessoa. Com o tempo, além de poder enviar o número era possível também enviar um pequeno recado.

Acho que este tipo de Pager, que poderia ser usado para bate papo não chegou nem a ser lançado no Brasil, mas no exterior virou febre poro US$180 só um pouco mais barato que um Moto G, e um pouco mais caro que um Moto E.

Playstation 2

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BTAGFW Playstation

É… já faz este tempo todo sim senhor! O Playstation 2, o vídeo games mais bem sucedido da história, que vendeu 155 milhões de unidades, foi lançado em março de 2000. Na época houve um grande auê, para impedir que a Sony vendesse os consoles para o Iraque, já que em tese o vídeo game era tão avançado que seu processador poderia ser utilizado em um sistema de guia em mísseis!

Os jogos eram off-line, e quem queria jogar em grupo, precisava comprar um adaptador para usar 4 controles em jogos de futebol!

Hoje já temos o Playstation 4 e o Xbox One, e jogamos pela internet, com amigos em qualquer cidade.

PDAs que funcionavam como celular.

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A tecnologia de inverteu, juro. No começo tínhamos os PDAs, e alguns, como o Handspring Visor Prism, permitia que você comprasse módulos de expansão que se encaixavam na parte de trás do aparelho, entre eles havia o módulo de celular!

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Mas marcas mais conhecidas também se faziam presentes, como a LG, que lançou este aparelho abaixo, o LG Touchpoint 3000, uma mistura de celular com PDA, talvez você não perceba, mas na parte da frente tinha um teclado. Mas certamente os novos smartphones da marca, como o LG G4, mais que compensam o trambolho.

Em quinze anos muita coisa muda, quando falamos em tecnologia, esta mudança como vocês podem ver é superlativa. Só não muda uma coisa, o respeito e a dedicação que a iByte com o consumidor.

Moto G chega a sua terceira geração!

E a terceira geração da linha ‘Moto’ da Motorola vai muito bem obrigado.

Seguindo as linhas traçadas enquanto ainda era uma empresa pertencente ao Google, a LeNovo foi muito feliz em continuar a deixar a experiência com o sistema operacional Android o mais próximo da versão ‘pura’ possível, com interferências mínimas e pontuais, que se traduzem em melhor fluência e maior fluidez na operação do aparelho.

A linha Moto ainda é responsável por outra coisa, um realinhamento no preço dos celulares Androides, ela foi a primeira a oferecer aparelhos intermediários com configurações decentes com preços inferiores à marca do hum mil reais (antes do Moto G, os aparelhos intermediários giravam em torno de hum mil e duzentos reais).

Mas falemos do Moto G.

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Quase do mesmo tamanho de seu irmão de segunda geração, o novo Moto G continua com tela de 5 polegadas e resolução de 720×1280 (HD), ele está, entretanto, ligeiramente maior e mais pesado, pouca coisa 1mm na largura e comprimento, 0,5mm na espessura, mas este ‘crescimento’ é plenamente justificável, além dele ter ganho 20% em capacidade de bateria, o novo Moto G também passa a contar com a tecnologia 4G que lhe permite velocidades de até 42mbps (a depender da operadora, e sinal).

Outra novidade é que o Moto G de terceira geração tem a certificação IPX7, que quer dizer que, mesmo que ele fique submerso numa profundidade de até um metro d’água por até 30 minutos, seu funcionamento não será prejudicado. Claro, isso não te permitirá mergulhar com o aparelho, mas certamente fará uma grande diferença no caso de pequenos acidentes, como sua queda em poças d’água, ou até mesmo a sobrevivência à um copo virado na mesa.

Mas não fica por aí! Agora, ele filma em Full HD com velocidade 30fps, e ambas as câmeras melhoraram, a traseira passou de 8MP para 13MP, e a dianteira veio de 2MP para 5MP, o que garantirá seus selfies ;). Se na segunda geração todo Moto G só era oferecido com 8Gb de espaço interno, agora ele volta a ter novamente versão de 16Gb, que vem com 2Gb de RAM, o dobro do que vem na versão de 8Gb.

Ahhhh, e para quem gosta de cores, ele pode ser encontrado em várias cores, como você pode ver aqui no post, e inclusive com a possibilidade de se trocar a capinha traseira, o que amplia ainda mais as possibilidades.

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Slingbox – Leve sua TV a Cabo para todo lugar!

Slingbox, sua TV em qualquer lugar

Certamente você já sabe que alguns celulares e tablets têm acesso à TV Digital (aberta), e muito provavelmente também sabe que com sintonizadores USB, é capaz de vê-las até mesmo no seu notebook…

Mas você sabia que pode ver TV a Cabo em seu notebook, tablet ou smartphone?

Pois é, pode sim, graças ao Slingbox.

O aparelho funciona com uma simplicidade incrível. Você o conecta ao sintonizador de sua TV por assinatura, faz as configurações devidas, e em seguida o conecta ao seu roteador de internet. Ele capturará imagem e vídeo do sintonizador, compactará e transmitirá pela internet, onde você poderá ver através de aplicativos para notebooks, tablets, smartphones ou players de mídia.

Slingbox, sua TV em qualquer lugar

Quer ver TV a Cabo em um local de sua casa que não tenha sintonizador, através da rede local, o Slingbox resolve. Quer acompanhar aquele jogão de futebol que só vai ser transmitido em canais por assinatura, mas justo quando você vai estar viajando, em outra cidade? Não tem problema, conecte-se à sua conta e seja feliz.

Mas como ele funciona? Você conecta-se ao aparelho através de um aplicativo, que fará com que o aparelho comece a capturar áudio e vídeo, compactar e transmitir para onde você estiver. A qualidade vai depender da velocidade de conexão à internet, por exemplo, para uma transmissão em HD (720p) são necessários 2mbps de conexão, o aparelho que temos, o Slingbox 350, é capaz de transmitir até em Full HD (1080p).

Estamos esperando sua visita!